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quarta-feira, 2 de abril de 2025

Passeando com o seu Cão

🐕 Dicas para Passear com Seu Cachorro com Segurança e Diversão!


Levar seu pet para passear é ótimo para a saúde dele – e para a sua também! Mas alguns cuidados são essenciais para garantir que tudo corra bem. Vamos às dicas:


✅ 1. Coleira (ou peitoral) e guia são OBRIGATÓRIOS

Não importa se seu cão é obediente ou calmo: nunca saia sem coleira/peitoral e guia. Mesmo os pets mais tranquilos podem se assustar com barulhos, outros animais ou movimentos inesperados.

🐾 2. Focinheira: quando usar?

  • Alguns locais (como transporte público ou parques específicos) exigem focinheira por lei. Informe-se antes!

  • Cães de porte grande ou raças com histórico de reatividade devem usar focinheira em lugares movimentados. Lembre-se: seu dog pode ser amoroso em casa, mas situações novas podem gerar estresse ou agressividade. Melhor prevenir!

🌳 3. Prefira lugares abertos e seguros

  • Parques, praças ou áreas pet-friendly são ideais. Ruas movimentadas (com carros, buzinas e multidões) podem estressar seu cão.

  • Se sua cidade tem "dog parks" (áreas livres para cães), aproveite! São ótimas para socialização.

💩 4. Saco para fezes: item ESSENCIAL

Leve sempre saquinhos biodegradáveis. Recolher as necessidades do seu pet é obrigação do tutor – além de evitar multas, mantém a cidade limpa e higiênica para todos.

💧 5. Água e pausas para hidratação

Em passeios longos ou dias quentes, leve uma garrafinha portátil e um potinho para oferecer água. Cães podem superaquecer facilmente!



Por que passear é tão importante?

  • Gasta energia acumulada (evita destruição de objetos em casa!).

  • Melhora a socialização (com pessoas, animais e ambientes novos).

  • Previne obesidade e problemas de saúde.

  • Reduz ansiedade – um cão que passeia regularmente tende a ser mais tranquilo em casa e com visitas.


📢 Lembre-se: Passeios devem ser divertidos e seguros para todos. Respeite as regras da sua cidade e sempre observe o comportamento do seu pet.

Aproveite o passeio e curta esse momento com seu amigo peludo! 🐶💕




segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Obesidade

Assim como em humanos, a obesidade em cães e gatos é um problema cada vez mais comum e pode afetar a saúde dos nossos animais de estimação. Quando um pet está com sobrepeso, ele fica mais propenso a desenvolver doenças sérias, como problemas cardíacos, diabetes, artrite e até dificuldades respiratórias. Mas a boa notícia é que, com cuidados simples, é possível prevenir e tratar a obesidade nos nossos bichinhos.

A obesidade por definição é o acumulo excessivo de gordura no corpo, e é considerado obesidade quando o animal esta de 15 a 20% acima do peso padrão da raça, outro parâmetro para avaliar se o animal esta acima do peso é através das costelas, que devem ser facilmente palpáveis, e o animalzinho deve ter uma cintura, se o bichinho estiver com uma forma abaulada provavelmente este está encaminhando para obesidade ou é obeso . Há algumas raças que são mais predisposta a obesidade como os labrador, beagle, basset hound, rottweiller, sendo mais comum animais adultos a idosos.

A obesidade pode ocorrer por diferentes motivos:

- Superalimentação (balanço energético positivo): que é a maioria dos casos, comum em animais que ficam a maior parte do tempo dormindo, e comem muito, e que o proprietário frequentemente oferece guloseimas, ou seja, comem mais do que gasta.

- Disfunção hormonal: como hipotireoidismo, neste caso o animal pode ter um aumento de peso moderado a acentuado, porém sem aumento do apetite, e geralmente essa disfunção vem associada a outros sinais como hipotermia, alterações dermatológicas, entre outros. Essa disfunção pode ser detectada através de dosagem dos níveis séricos de triglicerídeos, colesterol, e a função tireoidiana pelo T4 total, T4 livre e TSH.

- Estresse: Comum em animais que ficam muito sozinhos, e com carência de atenção, e para aliviar essa tensão acabam comendo mais que o necessário.

Além disso, fatores como genética, idade avançada, castração e até alguns problemas de saúde podem contribuir para o ganho de peso.

A alimentação inadequada também é um grande vilão. Petiscos em excesso, ração de baixa qualidade ou dar comida humana para o animal pode levar ao aumento de peso de maneira rápida e silenciosa.

O problema da obesidade vai muito além do que apenas a aparência, pode levar a sérias complicações como: problemas articulares e na coluna, alterações cardiovasculares, maior chance de desenvolver a diabetes, disfunção reprodutiva, transtornos cutâneos, lipidose hepática, e consequentemente menor expectativa de vida dos nossos bichinhos.

Como tratamento, inicialmente o proprietário deve se conscientizar de que seu animal esta obeso, e então sob orientação do médico veterinário iniciar uma dieta, associada a exercícios físicos. Hoje em dia existem diversas rações que apresentam menor concentração calórica (light), e também suplementos que ajudam na queima de gordura corporal, mantém a massa magra, diminui os níveis de estresse, e ainda faz o controle da glicemia.

Dicas para prevenção:

- Alimentação balanceada: Ofereça uma dieta equilibrada e adequada para a idade, raça e porte do seu pet. Evite dar petiscos em excesso e tenha cuidado com as sobras de comida humana.

- Exercícios regulares: Caminhadas diárias e brincadeiras são essenciais para manter o pet ativo e evitar o ganho de peso. Cada animal tem uma necessidade diferente de atividade física, então converse com o veterinário sobre a quantidade ideal para o seu pet.

- Visitas regulares ao veterinário: Consultas periódicas são importantes para monitorar o peso e garantir que o animal não tenha problemas de saúde relacionados à obesidade. O veterinário pode recomendar ajustes na alimentação ou um plano de emagrecimento adequado.

- Controle de porções: Use uma balança para medir a quantidade de ração que o seu pet deve comer. Seguir as recomendações do fabricante ou do veterinário ajuda a evitar o excesso de comida.

- Evite dar comida humana: Alimentos como pães, doces e comidas gordurosas não são bons para cães e gatos. Além disso, eles podem acabar acostumando-se com essa alimentação e rejeitar a ração.

Cuidar da alimentação e do peso do seu animal é essencial para garantir que ele tenha uma vida longa e saudável. Se o seu pet está com sobrepeso, não espere muito tempo para procurar ajuda.

sábado, 11 de junho de 2011

Meu gato não consegue urinar, e agora?

http://dicasveterinarias.com.br/tag/coelho/
Se o seu gato não consegue urinar, sente dor ao urinar, faz apenas gotas de urina, ele pode estar obstruído. A obstrução uretral em gatos é muito comum, especialmente nos machos, uma vez que estes apresentam a uretra mais estreita e comprida que as fêmeas. 

http://gatofilos.wordpress.com
A obstrução se deve a formação de cálculos na bexiga. Os cálculos são acúmulos de minerais, proteínas e células e se formam devidos a vários fatores, mas principalmente, o tipo de alimentação e a quantidade de água que o seu gato ingere. Por causa da micção eles descem da bexiga para a uretra e dependendo do tamanho podem sair com a urina, ou parar na uretra, obstruindo-a.


Se isso acontecer o seu gato vai ter dificuldade e dor ao urinar, podendo sair em gotas, apresentar sangue e até a ausência de micção. Sendo assim o animal deve ser levado imediatamente ao veterinário, pois, a obstrução causa acúmulo de metabólitos nos rins podendo levar a uma insuficiência renal, além disso, o acúmulo de líquido pode levar ao rompimento da bexiga ou da uretra.



O veterinário após confirmar a obstrução com o auxilio de ultrassonografia ou raio x, deve iniciar o tratamento que consiste na passagem de sonda para desobstrução e a lavagem da bexiga. Caso a obstrução não permita o uso de sonda o calculo é retirado cirurgicamente (cistocentese). 

O animal deve tomar medicamentos para a cura da cistite e ficar em observação nos dias seguintes para o caso de haver uma nova obstrução. É recomendado também uma dieta especifica para a dissolução dos cálculos, neste casos temos rações especiais como a Royal Canin Feline Urinary, e também dietas caseiras à base de frango, fígado e arroz.



http://meuamigogato.blogspot.com
* Se o seu gato for obeso, fique atento, ele vai ter mais facilidade de desenvolver doenças do trato urinário, e se isso acontecer, um regime alimentar também deve ser incluído no tratamento.
* As fêmeas costumam apresentar mais cistite e uretrite, sem a obstrução, que também deve ser tratada para não complicar e chegar a uma insufiência renal.

Fontes:


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