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sexta-feira, 4 de abril de 2025

Medicamentos Humanos Perigosos para Cães e Gatos

🚫 Muitos remédios que usamos podem ser mortais para nossos pets. Cães e gatos têm metabolismos muito diferentes do nosso – e até entre si! 

Algumas diferenças importantes:

  • Volume sanguíneo: Cães (90ml/kg) ≠ Gatos (70ml/kg)

  • Enzimas digestivas: Falta de certas enzimas em felinos

  • Sensibilidade racial: Ex: Collies não podem tomar ivermectina



💊 Remédios Proibidos e Seus Riscos

1️⃣ Diclofenaco (Voltaren®, Cataflan®)

  • Efeitos: Úlceras, perfuração no estômago/intestino → morte

  • Proibido para: Cães e gatos

2️⃣ Paracetamol (Tylenol®)

  • Tóxico principalmente para gatos:

    • Salivação excessiva

    • Gengivas brancas

    • Dificuldade respiratória

    • Língua azulada (falta de oxigênio) → risco de morte em horas

  • Cães: Só com dose exata prescrita pelo vet

3️⃣ Ácido Acetilsalicílico (Aspirina®, AAS®)

  • GatosNão metabolizam → intoxicação grave:

    • Vômitos com sangue

    • Convulsões

    • Morte em 2-3 dias

  • Cães: Só com orientação veterinária

4️⃣ Dipirona (Novalgina®, Dorflex®)

  • Risco em gatos:

    • Falta de oxigenação (língua roxa)

    • Danos a órgãos vitais

  • Evite em ambas espécies



⚠️ Cuidados Essenciais

  • NUNCA medique por conta própria – mesmo "remédios simples" podem matar.

  • Dose errada = intoxicação: Medicamento certo na quantidade errada é perigoso.

  • Raças sensíveis: Algumas (como Pastores Collies) têm reações graves a certos fármacos.



🏥 O Que Fazer em Caso de Intoxicação?

1️⃣ Ligue para o veterinário IMEDIATAMENTE.
2️⃣ Não induza vômito sem orientação.
3️⃣ Leve a embalagem do remédio à clínica.



Lembre-se: Seu pet não é um humano pequeno! Sempre consulte um veterinário antes de qualquer medicação. 💙


Fonte: Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e ASPCA (Sociedade Americana contra Crueldade a Animais).

Meu cachorro é cardiopata, e agora?


🐶🐱 Entendendo as Cardiopatias em Cães e Gatos: Sinais, Cuidados e Tratamento





As doenças cardíacas em pets podem ser:
✅ Congênitas (quando o animal já nasce com o problema)
✅ Adquiridas (que se desenvolvem com a idade ou por outros fatores)


📊 Dados importantes:

  • 1 em cada 10 cães idosos desenvolve problemas cardíacos.

  • Filhotes e jovens também podem ter cardiopatias congênitas.

  • Vermes (como na Dirofilariose, ou "verme do coração") podem causar cardiopatias. Por isso, a vermifugação em dia é essencial – consulte seu veterinário sobre o melhor protocolo.



🚨 Principais Cardiopatias

Em Cães:

  1. Doença Valvar Degenerativa (fibrose da válvula mitral)

  2. Cardiomiopatia Dilatada (coração aumentado e "fraco")

Em Gatos:

  1. Cardiomiopatia Hipertrófica (paredes do coração espessadas)

  2. Tromboembolismo (coágulos que podem paralisar patas traseiras)



⚠️ Sinais de Alerta (observação é fundamental!):

  • Cansaço fácil após exercícios ou brincadeiras

  • Dificuldade para respirar (respiração acelerada ou ofegante sem motivo)

  • Tosse crônica (principalmente em cães)

  • Sonolência excessiva

  • Perda de peso sem explicação

  • Gengivas ou língua arroxeadas (sinal de falta de oxigênio!)

  • Nos gatos: Dificuldade respiratória ou paralisia súbita das patas traseiras (emergência!)



💊 Tratamento

Pode ser:

  • Contínuo: Para casos crônicos (controla a doença, mas não cura).

  • Temporário: Para causas infecciosas, parasitárias ou inflamatórias.

🔹 Sempre acompanhado por um veterinário, com exames regulares (como ecocardiograma e raio-X).



🥗 Dieta para Cardiopatas

  • Ração específica: Marcas como Royal Canin Cardiac ou Hill’s Prescription Diet Heart Care são formuladas para esses casos.

  • Dietas caseiras: Só com orientação de um veterinário nutricionista.

  • Alimentos hipercalóricos: Muitos pets cardíacos perdem o apetite, então a comida precisa ser nutritiva e fácil de digerir.

  • Pouco sal: Excesso de sódio piora a retenção de líquidos.



❤️ Dicas Cruciais

  1. NUNCA automedique seu pet – remédios humanos podem ser mortais!

  2. Exija exames detalhados no veterinário (auscultação cardíaca não basta!).

  3. Reduza o estresse: Evite situações que deixem seu pet ansioso.

  4. Exercício moderado: Passeios leves, sem exageros.



Lembre-se: Um diagnóstico precoce e acompanhamento veterinário aumentam a qualidade e expectativa de vida do seu animal. Se notar qualquer sinal estranho, marque uma consulta urgente!


quarta-feira, 2 de abril de 2025

Passeando com o seu Cão

🐕 Dicas para Passear com Seu Cachorro com Segurança e Diversão!


Levar seu pet para passear é ótimo para a saúde dele – e para a sua também! Mas alguns cuidados são essenciais para garantir que tudo corra bem. Vamos às dicas:


✅ 1. Coleira (ou peitoral) e guia são OBRIGATÓRIOS

Não importa se seu cão é obediente ou calmo: nunca saia sem coleira/peitoral e guia. Mesmo os pets mais tranquilos podem se assustar com barulhos, outros animais ou movimentos inesperados.

🐾 2. Focinheira: quando usar?

  • Alguns locais (como transporte público ou parques específicos) exigem focinheira por lei. Informe-se antes!

  • Cães de porte grande ou raças com histórico de reatividade devem usar focinheira em lugares movimentados. Lembre-se: seu dog pode ser amoroso em casa, mas situações novas podem gerar estresse ou agressividade. Melhor prevenir!

🌳 3. Prefira lugares abertos e seguros

  • Parques, praças ou áreas pet-friendly são ideais. Ruas movimentadas (com carros, buzinas e multidões) podem estressar seu cão.

  • Se sua cidade tem "dog parks" (áreas livres para cães), aproveite! São ótimas para socialização.

💩 4. Saco para fezes: item ESSENCIAL

Leve sempre saquinhos biodegradáveis. Recolher as necessidades do seu pet é obrigação do tutor – além de evitar multas, mantém a cidade limpa e higiênica para todos.

💧 5. Água e pausas para hidratação

Em passeios longos ou dias quentes, leve uma garrafinha portátil e um potinho para oferecer água. Cães podem superaquecer facilmente!



Por que passear é tão importante?

  • Gasta energia acumulada (evita destruição de objetos em casa!).

  • Melhora a socialização (com pessoas, animais e ambientes novos).

  • Previne obesidade e problemas de saúde.

  • Reduz ansiedade – um cão que passeia regularmente tende a ser mais tranquilo em casa e com visitas.


📢 Lembre-se: Passeios devem ser divertidos e seguros para todos. Respeite as regras da sua cidade e sempre observe o comportamento do seu pet.

Aproveite o passeio e curta esse momento com seu amigo peludo! 🐶💕




terça-feira, 1 de abril de 2025

Cuidados com o seu Filhote!

 

Guia Rápido: Cuidados com Seu Pet no 1º Ano


O primeiro ano do seu filhote é essencial para saúde e comportamento. Veja os cuidados-chave:



📌 Alimentação

  • Ração premium para filhotes

  • Horários fixos e nada de comida humana perigosa

💉 Saúde Básica

  • Vacinas (siga o calendário completo)

  • Vermífugo a cada 3 meses

  • Consultas veterinárias mensais no início

🛁 Higiene

  • Banhos só após 2 meses com produtos próprios

  • Escovação semanal e corte de unhas

🎾 Comportamento

  • Socialize com pessoas/animais (após vacinas)

  • Ensine comandos básicos com reforço positivo

⚠️ Prevenção

  • Controle pulgas/carrapatos


  • 🚨 Sinais de Alerta

Vômitos, diarreia, apatia ou falta de apetite prolongada = VETERINÁRIO URGENTE

Dica extra: Invista em brinquedos e amor – um filhote bem cuidado vira um adulto saudável! ❤️🐾



Quer um Guia completo para cuidar do seu filhote?


O E-book Crescendo com seu cão - Guia pediátrico vai te trazer tudo o que você precisa para o seu bichinho crescer saudável e feliz!

O E-book inclui: Comportamentos, Alimentação, Higiene, Imunização, Prevenção, Antiparasitários e Castração!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Obesidade

Assim como em humanos, a obesidade em cães e gatos é um problema cada vez mais comum e pode afetar a saúde dos nossos animais de estimação. Quando um pet está com sobrepeso, ele fica mais propenso a desenvolver doenças sérias, como problemas cardíacos, diabetes, artrite e até dificuldades respiratórias. Mas a boa notícia é que, com cuidados simples, é possível prevenir e tratar a obesidade nos nossos bichinhos.

A obesidade por definição é o acumulo excessivo de gordura no corpo, e é considerado obesidade quando o animal esta de 15 a 20% acima do peso padrão da raça, outro parâmetro para avaliar se o animal esta acima do peso é através das costelas, que devem ser facilmente palpáveis, e o animalzinho deve ter uma cintura, se o bichinho estiver com uma forma abaulada provavelmente este está encaminhando para obesidade ou é obeso . Há algumas raças que são mais predisposta a obesidade como os labrador, beagle, basset hound, rottweiller, sendo mais comum animais adultos a idosos.

A obesidade pode ocorrer por diferentes motivos:

- Superalimentação (balanço energético positivo): que é a maioria dos casos, comum em animais que ficam a maior parte do tempo dormindo, e comem muito, e que o proprietário frequentemente oferece guloseimas, ou seja, comem mais do que gasta.

- Disfunção hormonal: como hipotireoidismo, neste caso o animal pode ter um aumento de peso moderado a acentuado, porém sem aumento do apetite, e geralmente essa disfunção vem associada a outros sinais como hipotermia, alterações dermatológicas, entre outros. Essa disfunção pode ser detectada através de dosagem dos níveis séricos de triglicerídeos, colesterol, e a função tireoidiana pelo T4 total, T4 livre e TSH.

- Estresse: Comum em animais que ficam muito sozinhos, e com carência de atenção, e para aliviar essa tensão acabam comendo mais que o necessário.

Além disso, fatores como genética, idade avançada, castração e até alguns problemas de saúde podem contribuir para o ganho de peso.

A alimentação inadequada também é um grande vilão. Petiscos em excesso, ração de baixa qualidade ou dar comida humana para o animal pode levar ao aumento de peso de maneira rápida e silenciosa.

O problema da obesidade vai muito além do que apenas a aparência, pode levar a sérias complicações como: problemas articulares e na coluna, alterações cardiovasculares, maior chance de desenvolver a diabetes, disfunção reprodutiva, transtornos cutâneos, lipidose hepática, e consequentemente menor expectativa de vida dos nossos bichinhos.

Como tratamento, inicialmente o proprietário deve se conscientizar de que seu animal esta obeso, e então sob orientação do médico veterinário iniciar uma dieta, associada a exercícios físicos. Hoje em dia existem diversas rações que apresentam menor concentração calórica (light), e também suplementos que ajudam na queima de gordura corporal, mantém a massa magra, diminui os níveis de estresse, e ainda faz o controle da glicemia.

Dicas para prevenção:

- Alimentação balanceada: Ofereça uma dieta equilibrada e adequada para a idade, raça e porte do seu pet. Evite dar petiscos em excesso e tenha cuidado com as sobras de comida humana.

- Exercícios regulares: Caminhadas diárias e brincadeiras são essenciais para manter o pet ativo e evitar o ganho de peso. Cada animal tem uma necessidade diferente de atividade física, então converse com o veterinário sobre a quantidade ideal para o seu pet.

- Visitas regulares ao veterinário: Consultas periódicas são importantes para monitorar o peso e garantir que o animal não tenha problemas de saúde relacionados à obesidade. O veterinário pode recomendar ajustes na alimentação ou um plano de emagrecimento adequado.

- Controle de porções: Use uma balança para medir a quantidade de ração que o seu pet deve comer. Seguir as recomendações do fabricante ou do veterinário ajuda a evitar o excesso de comida.

- Evite dar comida humana: Alimentos como pães, doces e comidas gordurosas não são bons para cães e gatos. Além disso, eles podem acabar acostumando-se com essa alimentação e rejeitar a ração.

Cuidar da alimentação e do peso do seu animal é essencial para garantir que ele tenha uma vida longa e saudável. Se o seu pet está com sobrepeso, não espere muito tempo para procurar ajuda.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

Porque castrar?




    O primeiro motivo com certeza é o controle de natalidade. As ruas do país estão cheias de cães e gatos que além de ficarem abandonados, passando fome estão contraindo e distribuindo doenças por aí, e não só doenças que o seu bichinho em casa pode pegar, mas doenças que nós mesmo podemos adquirir, as chamadas zoonoses.
    Para diminuir o número de animais de rua o trabalho começa em casa, se você não deseja que seu bichinho tenha filhotes castre ele, mesmo se for macho, afinal muitas vezes nossos bichinhos escapam para a rua, e é nessa escapada que ele pode emprenhar um animal de rua e aí são mais 5, 6, 7 as vezes até 10 bichinhos na rua. Nos casos dos gatos, a castração se torna indspensável, pois além da disseminação de zoonoses, os felinos conseguem ter várias prenhes durante o ano, diferente dos cães que tem o período fértil de uma a duas vezes por ano.
    Muitas cidades possuem centros de zoonoses com programas de castração, tornando o custo baixo e acessivel a toda população.
    Além do controle de natalidade, alguns animais podem ter uma maior predisposição a desenvolver algumas doenças ligadas ao trato reprodutivo, e a castração pode ajudar a previnir essas enfermidades. O ideal é procurar um médco veterinário e conversar a respeito, assim ele pode avaliar de forma individual e aconselhar a melhor opção para o seu pet!
    


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