quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Rio, O Filme

Para essas férias, recomendo a toda família o desenho “Rio, O Filme”.

Muito fofo, a história é sobre uma ararinha-azul macho, chamada Blu que é capturado da floresta e vai para o comércio os Estados Unidos, se perdendo no caminho e sendo encontrado por uma garotinha que vira sua dona, a Linda, e eles viram grandes amigos por muitos anos.

O filme continua mostrando uma cena 15 anos depois, de Linda acordando com Blu em sua livraria, onde um cientista do Rio de Janeiro chamado Túlio entra e diz que o animalzinho é o último macho das espécies de ararinha-azul, e que precisa levá-lo até o Rio de Janeiro, onde há a última fêmea, para fazer eles acasalarem e preservar a espécie. No início ela rejeita a proposta, mas depois pensa melhor e resolve partir para o Rio de Janeiro.

O restante da história se passa na cidade do Rio de Janeiro, onde eles vivem grandes aventuras!

E abaixo segue um pouco de informação sobre a espécie protagonista, tão ameaçada de extinção no planeta.


A ararinha-azul é uma das espécies mais ameaçadas de extinção do planeta devido à destruição de seu habitat e, principalmente, pelo tráfico ilegal desses animais. Existe atualmente apenas um exemplar em liberdade, vivendo no Brasil, e outros 70 em cativeiro espalhados pelo mundo, sendo 2 desses no zoológico de São Paulo.Apesar de serem um casal, nunca tiveram filhotes.

Sua dieta consiste principalmente de sementes e o período de reprodução está associado a época das chuvas. Mede de 55-60 centímetros de comprimento, possui uma envergadura de 1,20 metros e pode pesar de 286 a 410 gramas. A plumagem possui vários tons de azul, o bico é inteiramente negro, os olhos são amarelos e as fêmeas menores que os machos.

Informações sobre a ecologia e comportamento da ararinha são limitadas, já que as pesquisas só começaram na década de 80, quando somente três indivíduos restavam na natureza.

A ararinha-azul é classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) como "em perigo crítico" (possivelmente extinta na natureza) e pelo Ministério do Meio Ambiente como extinta na natureza desde 2002.

Em 1990 o Governo Brasileiro criou o Comitê Permanente para Recuperação da Ararinha-Azul (CPRAA), que é composto por várias entidades e pesquisadores (até mesmo internacionais).

Em 1991, o CPRAA criou o PROJETO ARARINHA-AZUL, com a finalidade de estudar a ave em seu habitat natural, buscando preservar as áreas em que ela vive e conscientizar as pessoas sobre a importância disso.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ararinha-azul

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_%28filme%29

http://www.ararinha-azul.vilabol.uol.com.br/index2.htm

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal!


Nós, do Consciência Pet, desejamos a todos vocês um Natal repleto de felicidades!
Que Deus abençoe a cada um e seus animaizinhos continuem com muita saúde e paz!
FELIZ NATAL!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Animais não são presentes!



O Natal chego
u, e com ele, o costume da troca de presentes! Com certeza, ao perguntar principalmente para crianças o que elas querem, a resposta é: UM BIXINHO DE ESTIMAÇÃO!
Pessoal, tenham a consciência de que ANIMAIS são bem diferentes de PRESENTES! Ao adquirir um bixinho, você estará adquirindo gastos e responsabilidades. A imagem do animalzinho lindo, cheirozo e
pequenininho saindo da caixa pode até ser bem agradável, mas eles crescem, latem, fazem cocô e xixi!
Animais são seres vivos e totalm
ente dependentes. Eles dependem de nós para se alimentar, tomar banho, água, carinho, passeio, higiene e saúde. E, usualmente, esses detalhes gastam dinheiro e tempo!




Criadores também aproveitam a data para se desfazer de ninhadas indesejáveis e lucrar! E essa forma, acredito, é a pior de todas pois nem todo mundo deseja um animal.
Nos finais de ano os abrigos ficam lotados. O motivo para isso são as viagens de fim de ano que, mesmo com hotéis para animais, as pessoas os largam nas ruas por causa do gasto.

Então, se você for adquirir um animalzinho ou dar um de presente, pense muito bem. A responsabilidade é toda do dono!




sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Mulher espanca Yorkshire até a morte.



Com certeza a maioria de vocês já viu o vídeo do cachorrinho sendo espancado pela enfermeira Camila Côrrea de Formosa - GO. Para quem não viu, eu não aconselho ver, as imagens são realmente fortes.

O vídeo provocou clamor público e já foi iniciada uma campanha no Facebook pedindo a prisão da mulher. Foi feita também uma Petição Pública para denunciar o crime, ela será encaminhada a autoridade responsável e julgada.

Apesar de o vídeo ter parado na internet essa semana, o inquérito policial para apurar o ocorrido foi aberto no dia 21 de novembro. A delegacia de Goiás recebeu o vídeo no dia 13 de novembro. A enfermeira foi chamada à delegacia e apareceu junto com seu advogado que afirmou que Camila teve uma crise nervosa no dia em que cometeu o crime contra o animal. Além da violência contra o cachorro, está sendo investigado também se há violência contra a filha de Camila de apenas 3 anos de idade, que assistiu todo o espancamento.

Infelizmente a lei contra contra crimes ambientais que poderia penalizar a mulher é branda:

Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.

§1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.


§2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.


Como a pena máxima é de um ano, muito pequena, caso ela seja condenada a detenção, a pena vai acabar sendo transformada em dias multa, onde seria estimado um valor para cada dia de prisão e ela pagaria. Isso porque provavelmente ela não têm antecedente criminal. Então, de acordo com a nossa lei, se ela pegar a pena máxima pelo crime cometido, o máximo que vai acontecer a mulher é perder um bom dinheiro.

É por causa deste tipo de crime, e da falta de punição necessária que foi criado a petição Lei Lobo, que clama por uma lei mais séria, onde seja feita realmente justiça aos crimes contra animais.
A petição pede:

1)Repudiar veementemente o recente assassinato do cão Lobo, que foi brutalmente arrastado por um veículo dirigido por seu dono e não resistiu aos ferimentos e ontem faleceu. 

2)Exigir mudança nas leis atuais para que tenhamos punições mais SEVERAS, mais justas, nos casos abaixo de: 
• Maus-tratos aos animais 
• Abandono aos animais 
• Mortes com ou sem dolo dos donos 

Este movimento propõe o abaixo-assinado para mostrar o tamanho desta indignação. Com as assinaturas em mãos, este manifesto será entregue às autoridades competentes do Executivo, Legislativo e do Judiciário, bem como o Ministério Público. 


A petição já está em Brasília e esperamos que esse crime seja a gota d'agua que falta para a Lei Lobo sair.

Quanto a enfermeira, não acho que há crise nervosa que justifique seus atos, espero que ela pague pelo crime que cometeu e sinceramente que não deixem uma pessoa tão fria e cruel educar uma criança. Não entendo também como uma pessoa dessa pode exercer uma profissão tão nobre como é a de enfermeira, ela não é digna de tomar conta de nenhum ser vivo e não devia ser habilitada pelo COREN (Conselho Regional de Enfermagem) para praticar esse tipo de função. Além de todas as penalidades que decorrem de seu ato, ela deveria também perder a licença de enfermeira. Já que um ato desses vai contra todo o significado de enfermagem - a arte de cuidar.

Vamos esperar e torcer para que a justiça seja feita. 

Fontes:


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Testes em animais

Testes em Animais: Todo e qualquer experimento com animais cuja finalidade é a obtenção de um resultado seja de comportamento, medicamento, cosmético ou ação de substâncias químicas em geral. Geralmente os experimentos são realizados sem anestésicos, podendo ou não envolver o ato da vivissecção (dissecação de animais vivos para estudo).

Certas drogas como Talidomida, DES, vacina contra raiva e pólio tiveram efeitos diferentes em animais e humanos, causando grandes problemas e atrasos em sua evolução. Existem inúmeras métodos substitutivos eficientes e eficazes que podem e já estão sendo usados nessa área.

Quando um medicamento chega ao mercado, são os consumidores as primeiras cobaias de fato, independentemente da quantidade de testes conduzida previamente em animais pois pertencem a uma diferente espécie.

A abolição total dos testes em animais depende única e exclusivamente de nós consumidores, podendo escolher os produtos não testados em animais. Nós devemos pressionar e exigir o fim da utilização de animais pelas empresas que ainda insistem em utilizar esse método retrógrado, ineficiente e cruel. Mas, mais importante ainda, é fazer com que as indústrias saibam do nosso descontentamento com seus métodos de pesquisa. Não adianta parar de usar um produto sem comunicar a empresa sobre as razões que motivaram essa decisão. Como consumidores, devemos exigir que nossas dúvidas sejam devidamente sanadas, uma vez que toda e qualquer empresa tem o dever de nos informar sobre o produto que estão vendendo, desde a matéria prima, fabricação, até os testes.

Aqui vai um site para as pessoas interessadas, onde estão fazendo uma petição para que seja abolido o uso de testes de cosméticos em animais na Europa. Assine e faça sua parte, caso esteja interessado!

Site da petição: http://www.nocruelcosmetics.org/the_facts.php

+ em: http://www.pea.org.br/crueldade/testes/#Os%20Testes%20Mais%20Comuns

domingo, 11 de dezembro de 2011

O HOMEM QUE OUVE CAVALOS





Para todos que se interessam por animais, não somente cavalos, e que gostariam de se relacionar melhor com eles, uma leitura imperdível. (Daily Telegraph) Extraordinário... Enquanto Roberts fala, a sabedoria nascida de uma vida imensamente variada sai flutuando de dentro
dele... Surpreendente, multifacetado e definitivamente enriquecedor. (Sporting Life) O dom inigualável de Monty Roberts para lidar com cavalos fez dele um mestre na utilização da linguagem na comunicação, chamada por ele de Equus. A obra O Homem que Ouve Cavalos ficou por mais de um ano na lista dos dez best-sellers nos EUA e na Inglaterra, segundo a revista Publishers Weekly.


Roberts utiliza métodos revolucionários de comunicação, os quais já empregou em mais de 3.000 animais, ao longo de mais de 40 anos de trabalho. O amor pelos cavalos, que considera irmãos, e seu aguçado senso de observação fizeram dele um pioneiro na comunicação.



A realidade que supera a ficção

Monty Roberts nasceu em Salina, Califórnia, em cima de um cavalo. Seu pai domava os animais pelo tradicional método de "machucá-los para não ser machucado". Desde cedo, Monty discordou do velho em quase tudo. Seu amor pelos cavalos , que considera irmãos, e seu aguçado sendo de observação fizeram dele um pioneiro na comunicação com os animais- não apenas equinos, diga-se de passagem- e o levaram a entender a linguagem que batizou de "Equus". Ouvindo-os, ele os iniciou para corridas e rodeios sem chicotes, sem esporas e, o que é fundamental, sem violência alguma. Neto de uma índia, cresceu ouvindo como os cherokees lidavam com cavalos, búfalos e cervos. Portador de uma deficiência visual que só lhe permite enxergar em preto e branco, o jovem Monty podia ver à noite com mais clareza que qualquer caubói do velho oeste. Detectava com absoluta perfeição a movimentação das manadas selvagens dos mustangues pelas pradarias e florestas até mesmo na escuridão. Descobriu que é a égua mais velha que traça os itinerários e castiga os potros mais rebeldes. Descobriu ainda que o papel dos garanhões é apenas cuidar dos seus haréns e vigiar os animais predadores.



Além de ter participado de shows equestres, Monty foi dublê de cavaleiros do cinema, jóquei de quartos de milha e treinados de famosos campeões de corridas . Teve, naturalmente, muitos problemas de coluna e foi obrigado a submeter-se a uma cirurgia na espinha dorsal, tendo passado vários meses sem porder andar.



O seu sistema de domar animais selvagens é problemático o leva a percorrer a europa e os Estados Unidos fazendo apresentações. Em menos de 40 minutos encilha o animal mais chucro, que obedece de boa vontade aos seus comandos. Que lhe sugeriu escrever este livro foi a sua grande admiradora, a rainha da Inglaterra, que não poucas vezes encontrava tempo para tomar chá com ele no Jardim de Buckingham e falar sobre hipismo, a paixão comum. "foi uma das coisas mais lindas que já vi na vida", disse a soberana ao ver o trabalho de Monty pela primeira vez.



Além disso tudo, Monty é um belo escritor, um grande contador de histórias, e, embora seja um livro de não-ficção, eu o li como um romance de aventuras. Para quem gosta de animais, esta é uma leitura imperdível. Para quem trabalha como animais, é obrigatória. Até mesmo quem nunca se interessou por animais vai passar a olhá-los com maior carinho. Todos constatarão que Monty Roberts não é apenas o melhor domador de cavalos do nosso planeta, mas também um ótimo pai e esposo, amigo dos seus amigos, um raro ser humano. Ele não só ouve os cavalos, mas também fala com eles. Quem assistiu a "Encantador de cavalos", Robert Redford, terá a oportunidade de ver que a realidade supera a ficção. Mais do que ouvir cavalos, Monty fala com eles.


Espero que gostem, até o próximo post

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