quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Petiscos e Guloseimas: Dar ou Não dar?

Olá pessoal, hoje estava na internet e descobri uma padaria para cachorros muito legal!!! Então resolvi postar sobre petiscos e guloseimas.

É muito gostoso ver o nosso animal de estimação saborear um petisco com satisfação, mas quando devo oferecer esses petiscos? Será que essas guloseimas vão deixar meu animal mal nutrido e obeso?
Nesse post mostraremos como usá-los bem e quais os pontos benéficos e maléficos dessa prática.

Mais interação, educação e obediência

É surpreendente como a inclusão de recompensas na rotina diária do nosso animal de estimação pode melhorar o convívio com ele. Por exemplo, em vez de se perder um tempão tentando colocar a guia no cão agitado, ansioso por passear, podemos resolver o assunto em alguns segundos. Basta ter uma guloseima numa das mãos para recompensá-lo depois que a guia for posta.

Recurso poderoso, o petisco dado logo após o pet ter se comportado de acordo com o desejado, ajuda a ensinar pequenas rotinas, como vir quando chamado (dá-se o prêmio assim que o animal chegar) e a corrigir maus hábitos, como a excitação exagerada ao receber carinho (o petisco é dado assim que o pet ficar tranqüilo ao ser acariciado).

Em vez de simplesmente oferecer guloseimas ao pet para agradá-lo, faça-o conquistá-las, aproveitando para estimular o bom relacionamento com ele e para deixá-lo motivado. Dar o petisco depois de uma troca de carinhos ou de brincar um pouco com o animal aumenta a interação. Se for um cão ou gato, pode-se aproveitar para treinar e reforçar comandos de obediência. Por exemplo, diga "dá a pata", mostre onde quer que ele a coloque e dê o petisco quando você for obedecido. De maneira semelhente, praticam-se outros comandos como o "deita" e o "senta".

Menos tédio e compulsão
Uma possibilidade oferecida pelas guloseimas é a de proporcionar exercício ao cão ou gato, estimulando também o faro e a visão. Escondem-se alguns petiscos em diferentes lugares e o animal sai à procura. É uma simulação da caça, atividade que ocupava grande parte do dia dos ancestrais dos nossos pets, na qual todos os sentidos precisavam ser usados. Com o fim das caçadas, depois que os animais de estimação passaram a receber as refeições servidas por humanos, a falta do que fazer tornou-se uma grande causa de tédio e sedentarismo e das suas conseqüências, como a compulsão e a depressão. Proporcionar atividades ajuda a combater esses males, responsáveis por objetos destruídos dentro de casa, por salas desarrumadas e por buracos no jardim, entre outros problemas.

Petiscos à mão na hora certa
Para não perder oportunidades de recompensar o pet no momento certo, mantenha petiscos em pequenos recipientes, em locais estratégicos e fora do alcance dos animais e das crianças. Se o cão estiver sendo treinado a não pular nas visitas, por exemplo, ponha um desses recipientes perto da porta de entrada. Mas fique esperto. Não satisfaça a vontade do cão que late ou do gato que mia chamando a atenção para o recipiente, se você não quiser que sempre que seu amigo de quatro patas desejar um petisco repita aquele comportamento. Em casos assim, repreenda o animal.


De olho na obesidade
O petisco com formulação balanceada e fabricado especialemtne para o pet pode até substituir em parte a ração. Converse com o veterinário sobre isso. Se o animal estiver obeso, é importante rever a alimentação dele como um todo, inclusive o tipo de petisco dado e a quantidade. Para o consumo ser controlado com precisão, reabasteça os recipientes espalhados pela casa uma vez por semana e mantenha o estoque restante em outro local.




Resumo



  • Petiscos e guloseimas podem ajudar na educação do cão e proporcionar etímulos físicos e psicológicos, se utilizados corretamente

  • Recompense o cão somente quando ele fizer algo que você queira.

  • Distribua pela casa os petiscos em recipientes colocados em locais estratégicos.

  • Crie dificuldades para o cão sentir que conquistou as recompensas

  • Esconda alguns petiscos pela casa e estimule seu cão a encontrá-los.

  • Cuidado para não prejudicar a nutrição do animal. Petiscos devem ser balanceados e a quantidade oferecida precisa ser controlada.
    THREE DOG BAKERY
















    A PADARIA DE CACHORRO MAIS LEGAL DO MUNDO!!!


  • Espero que gostem, até o próximo post!!

  • Fontes: http://www.caocidadao.com.br/ / http://www.youtube.com.br/











terça-feira, 15 de novembro de 2011

Vida aquática canina!

Olá pessoas!!

O verão está ai e junto com ele o calor e o incomodo dos mais peludinhos. Por isso hoje resolvi postar dicas de como se divertir com seu cão na piscina ou algo do tipo que você tenha em casa. Algumas raças já têm predisposição a vida aquática, como o Golden Retriever, o Labrador e o Cocker, e tem necessidade desse tipo de diversão desde filhotes, mas todo cão pode se exercitar na piscina, desde que com cuidado e supervisão. Confira as dicas:

Entrar na piscina é muitas vezes a primeira experiência aquática então ser jogado na água não é legal e raramente dá certo. O cão se sente sem apoio e entra em desespero, cansando mais fácil e correndo o risco de se afogar. Daí pode surgir um trauma e ele nunca mais irá entrar em uma piscina.

O cão pode ser treinado a nadar desde filhote, desde que esteja com todas suas vacinas em dia, e você pode associar a piscina com alguma coisa agradável, como um petisco ou um brinquedo, jogado na água para ele ir buscar. O cão muitas vezes pode ficar na posição errada, ao invés de ir em direção ao objeto ele bate as patas sem deslocar o corpo e aparenta querer sair da água, ficando assim estressado e cansado. Quando isso ocorrer, segure-o firmemente junto à superfície, na posição horizontal com o corpo para frente e solte-o em direção à margem ou ao objeto.

Se houver dificuldades no treino inaugural, ele pode ser feito num lago ou praia, os cães tem mais facilidade para entrar na água rasa e geralmente vão indo para o fundo com naturalidade. Petiscos podem ser jogados para estimular a ida ao mais fundo e para o cão não desistir.

A experiência aquática de seu cão deve ser agradável e evitar traumas ou acidentes. Portanto depois que ele nadou, estimule-o mais um pouco, recompensando-o com petiscos de vez em quando e esteja sempre pronto para socorrê-lo quando necessário. Após ele nadar seque bem as orelhas (a umidade pode causar otite) e se a natação foi no mar ou lagoa lave antes de secar as orelhas com água doce ou solução fisiológica.

Os cães não conseguem sair sozinhos da piscina, portanto, é ideal sempre ter alguém para supervisioná-lo e ajudá-lo a sair, ou que a piscina tenha degraus largos ou uma rampa que auxilie o apoio, lembrando sempre que o cão deve ser familiarizado com o novo recurso.

Se você tem uma piscina em casa, nada melhor do que passar um tempo extra com seu amigo, espero que as dicas ajudem.

Eu fico por aqui e até a próxima!!

Fontes:

http://www.caocidadao.com.br/artigos_caes.php?id=91

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Vou viajar, o que faço com meu pet?

A melhor resposta seria: coloque ele em um hotel. Mas é claro que isso nem sempre funciona. Tem donos que não conseguem desgrudar do seu bichinho e leva ele pra todo lado. E têm também os que largam em casa com um pote de ração e outro de água (não faça mais isso).

Quando levar o pet junto: se for levar ele junto que seja pela saúde dele e não pra satisfazer um desejo seu. Animais ficam muito estressados com mudanças, levar numa viagem implica em horas no carro, local novo, pessoas e animais novo e quando ele está prestes a sussegar vem a viagem de volta. Mas, tem animais que de tão apegados aos donos não conseguem ficar sozinhos, não comem, ficam tristes, nervosos, podem destruir coisas, não aceitam outras pessoas, etc. Nesses casos, acaba-se não tendo muita escolha a não ser levar o bichano com você para todos os lados. Se for fazer isso, certifique-se: em estar dentro da Lei, carregue sempre com você a carteira de vacinação do seu pet, se for de carro tem que ser em gaiola própria ou com cinto-de-segurança para cachorros, de avião a companhia aérea vai definir as regras como a gaiola, sedaçao e etc, no caso do ônibus, a maioria das empresas não aceita animais então verifique antes. Quando chegar ao local deixe ele em local arejado, com água e comida, deixe ele descansar.

Deixar em casa: para deixar em casa você vai ter que arrumar alguém para supervisionar. O ideal é que alguém vá checar os bichinho duas vezes ao dia, e isso inclui colocar comida, trocar a água, e limpar o locar. Então não é fácil achar quem o faça por bondade. De preferencia que seja um vizinho, assim além de ficar fácil checar ele pode notal qualquer mudança por estar perto ficando mais fácil caso ocorra alguma emergência. Não esqueça de deixar o seu telefone, o telefone do local onde você vai estar e é lógico o telefone do Médico Veterinário que normalmente atende seu pet. Vale também deixar o M.V. avisado que há outra pessoa responsável pelo seu bicho e você está indo viajar. Jamais deixe eles sozinhos por conta e risco. 

O Hotel: pra mim é a melhor escolha. Em casa levamos para o hotel até quando recebemos muitas visitas (eles ficam super estressados com o excesso de pessoas). Primeiro procure um hotel com boas recomendações, depois verifique se está em dia com o vermifugo, passe um bom anti-pulgas e anti-carrapatos (existem coleiras que são excelentes) e leve a ração que o seu animal está acostumado. Depois é só viajar tranquilo, num bom hotel eles terão atenção, farão exercícios e se algo acontecer terão assistência médica garantida. 

Por hoje é só, escolha sempre o que for melhor para o seu pet!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

OTOHEMATOMA


Otohematoma é o acumulo de sangue na orelha, fazendo com que ocorra um aumento de volume na porção côncava da orelha, que causa dor e incomodo, e é uma afecção de aparecimento súbito, isso pode acontecer quando o animal coça muito a orelha, doenças que interferem na coagulação, inflamação, fazendo com que haja lesão da cartilagem auricular e consequentemente haja a ruptura de vasos.

O tratamento pode variar conforme o caso, cabendo ao médico veterinário decidir qual o melhor procedimento a seguir clínico ou cirúrgico. Mas em muitos casos o procedimento cirúgico é o tratamento definitivo, pois é possível drenar todo o sangue acumulado e também retirar o tecido fibroso ali presente.

O pós operatório exigirá alguns cuidados como a limpeza da ferida cirúrgica, bandagens compressivas, colar elisabethano todo o tempo, para que o animal não coce a ferida e agrave ainda mais, e as medicações prescritas pelo veterinário.

 
Mas além de tratar o otohematoma é importante identificar a causa de base e trata-la também para evitar futuras recidivas. 


Referências:

valeu, até a próxima!



quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Minha vida, meus cães (livro)

Neste livro, Mark Doty conta sua história, onde seus 2 Retrievers são os personagens principais no momento de superar uma fase dolorosa em sua vida: a morte de seu companheiro.
De modo poético, o autor narra a vida de seus cães, Arden e Beau, negro e dourado, mostrando como esses seres podem nos dar tanta força e alegria, ensinar sobre a vida e tornarem-se verdadeiramente os melhores amigos do homem.
Com muita coragem para expor seu dia-a-dia, com passeios na rua, momentos em casa e até mesmo o tratamento de seu companheiro, acaba por mostrar que a essência do livro são os cães, que acabam fazendo tanta parte de sua vida quanto o resto das pessoas em sua volta.
Recomendo o livo às pessoas que gostam, acima de tudo, da vida com um toque de poesia.

"Um livro terno e divertido... O autor Mark Doty captura brilhantemente as qualidades que tornam um cão adorável."
The New Yorker

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

DAPP - Dermatite Alérgica a Picada de Pulga!


Olá pessoas!!

A DAPP é hoje a afecção dermatológica com mais frequência nas clínicas. E sim, os animais também tem alergias. É causada pela saliva oriunda da picada das pulgas e independe do número de pulgas presentes no animal que, uma vez alérgico, uma unica pulga basta para desencadear a reação. Durante o repasto sanguíneo as pulgas injetam saliva, que tem propriedades anticoagulantes, na pele, essa proteína estimula o sistema imunológico do animal alérgico a desencadear a reação. As pulgas são chamadas ectoparasitas temporários, pois ficam no animal somente para alimentação. 95% das pulgas estão no ambiente.
A suspeita deve sempre ser de animais que frequentam a rua, pet shops e não fazem controle com medicações antipulgas mensalmente. O principal sintoma é o prurido que varia de moderado a intenso, podendo gerar reações cutâneas mais graves, hiperpigmentação da
área afetada, falha na pelagem entre outras. Muitas vezes o prurido é sazonal, ou seja, aumenta em certas épocas do ano, como o verão. A DAPP também acomete os gatos, que desenvolvem reações um pouco diferentes da dos cães como: dermatite miliar (pápulas generalizadas), alopecia, e lesões altamente pruriginosas. A coceira pode ser diferente da normal envolvendo mordidas, lambeduras entre outros.
O diagnóstico é feito com base na história clínica do animal, na presença de fezes e/ou pulgas e de lesões pruriginosas que são compatíveis com as da DAPP.
Como as pulgas são transmissoras da Dipilidiose, animais que estão infestados podem eliminar o parasita.

O tratamento compreende a eliminação dos ectoparasitas do animal, ambiente e contactantes. A vermifugação também é indicada em todos os casos suspeitos, juntamente com o controle do prurido.
Fiquem atentos aos ectoparasitas de seus animaizinhos, além da DAPP, eles transmitem muitas outras doenças que podem prejudicar muito a saúde de seu amigo. Qualquer suspeita ou dúvida maior leve ao veterinário que indicará o protocolo mais adequado.

Eu fico por aqui e até a próxima!!

Fontes:
Foto: Sahara - arquivo pessoal

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Sarna Demodécica

Também chamada de Demodicidose canina, Demodicose canina ou Sarna Negra, é um dos problemas de pele mais comuns na rotina veterinária de pequenos animais, e é considerada uma séria enfermidade, sendo, portanto, um desafio veterinário, já que o tratamento pode ser insatisfatório.

Conhecendo a doença:

Quem causa? Um ácaro chamado Demodex canis. Ele é encontrado normalmente na pele dos animais, e vai causar problemas em algumas situações, por exemplo, em casos de superpopulação desse parasito.

Como é transmitida? Em cães, pelo contato direto da mãe com os filhotes durante a amamentação, e a mãe não precisa necessariamente estar apresentando sinais clínicos da doença. E não significa que todos os filhotes apresentarão a doença.

É transmitida para humanos? Não, essa doença não é considerada uma zoonose.

Como acontece? Em cães, existe a forma localizada e a forma generalizada da doença, e ainda, ela é subdividida nas formas juvenil e adulta. A forma localizada ocorre normalmente em cães jovens (até 1 ano de idade) e se resolve espontaneamente, sendo nesta fase, não recomendado o tratamento, visto que o tratamento nestes casos não acelera o processo de recuperação. Mas existem cães que são predispostos geneticamente (passado de mãe para filhos), ou seja, tem um defeito em um tipo de célula de defesa, o linfócito T, e por isso, ao apresentarem a forma localizada logo apresentarão a forma generalizada, e nesse caso, não se deve procriar estes cães. Sabe-se que fatores estressantes, verminoses, alterações hormonais (como o cio), enfermidades debilitantes e imunossupressão medicamentosa, podem contribuir para o aparecimento das lesões.

Quando suspeitar da doença? Fique sempre atento a pele de seu cãozinho, se aparecerem manchas avermelhadas e queda de pêlo na cabeça ou membros torácicos, podendo ou não haver coceira e descamação, este quadro pode ser sugestivo de uma demodicose localizada, ou ainda, se essas lesões se apresentarem em mais de áreas, incluindo cabeça, patinhas da frente, tronco ou até mesmo todo o corpo, pode ser indicativo da forma generalizada. Alguns animais podem apresentar a forma localizada apenas nas partes mais distais das patinhas.

Como confirmar? O diagnóstico é simples, é feito um raspado de pele profundo e enviado ao laboratório.

É grave? Sim, a forma generalizada em especial, pode se complicar devido infecção secundária bacteriana, ou seja, as lesões podem ficar bem piores, e até mesmo drenar sangue ou pus. Nestes casos, a pele fica com um aspecto muito feio, escura, devido a hiperpigmentação, e por isso, era antigamente chamada de Sarna Negra. E quando chega neste estágio infeccionado, estas bactérias podem atingir a corrente sanguínea e levar a um quadro que chamamos de sepse, podendo levar a morte de seu animalzinho.

Tem cura? Por ser de origem genética, não há cura, porém, pode ser controlada. A forma juvenil e localizada, como dito antes, geralmente não necessita de tratamento, sendo sua remissão espontânea. Porém, na forma adulta ou generalizada, o controle é mais satisfatório quando forem tratadas as causas primárias, como imunossupressão. Existem algumas vertentes de tratamento, dentre elas, o uso de Amitraz, Lactonas Macrocíclicas, Selamectina, entre outros. A conduta varia de veterinário para veterinário, mas é importante que seja tratada tanto a causa primária, quanto as lesões de pele, para que não chegue a um quadro de infecção e piore o estado geral de seu animal.


Resumindo:
A sarna demodécica pode variar desde um quadro simples e que não necessita de tratamento, até um quadro grave, que pode levar a morte de seu animal. Mesmo seu diagnóstico sendo simples, o tratamento muitas vezes é frustante, e recidivas podem ocorrer. É uma doença que deve ser controlada, por isso, a melhor maneira de previni-la é manter seu cãozinho sempre saudável, com vacinas e vermifugação em dia, idas frequentes ao veterinário, boa alimentação e todos os cuidados que ele necessita.



Neste site (clique aqui) encontramos um cão com sarna demodécica em um estado lamentável, e que foi acolhido pela instituição, e seguem fotos de todo o processo de tratamento realizado, e o resultado final!! Vale muito a pena ver! Para um cão, que o dono não tinha condições de tratar, e o sacrifício foi cogitado, a melhora deste animal, para nós, que amamos os animais, é muito mais que especial e gratificante!! 



Obrigada, até a próxima! 

 

Fontes: Artigo SARNA DEMODÉCICA CANINA E SUAS NOVAS PERSPECTIVAS DE TRATAMENTO – REVISÃO
Foto - Artigo Eficácia das lactonas macrocíclicas sistêmicas (ivermectina e moxidectina)
na terapia da demodicidose canina generalizada

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